Hannah Arendt e os cadáveres no armário do jornalismo brasileiro

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17 Resultados

  1. Robson disse:

    Sensacional como sempre, Lúcio. Por que ainda não tens um canal no YouTube, fazendo esses artigos com voz e imagem? É um canal de comunicação muito mais abrangente e poderoso!!
    De qualquer maneira, muito bom.

  2. Antonio Aparecido disse:

    Parabéns Lucio, que seria se tivéssemos mais jornalistas como Vc, ou pelo menos metade do seu profissionalismo.

  3. Junior disse:

    Parabéns Lúcio pela ótima reportagem…Achei muito interessante a ideia do parceiro Robson…Um canal no YouTube seria ótimo.
    Abraço,
    Até a próxima matéria

  4. Matheus SCHAEFER disse:

    Entro todo dia aqui no seu portal vivendo um misto antagônico de emoções: animado por ter a possibilidade de ler sua escrita crítica e justa e triste por ver os descalabros que ocorrem por esse nosso Brasil. Vida longa a sportlight

  5. Mariana Meireles disse:

    Parabéns Lúcio!!
    Vc é um dos poucos jornalistas imparciais que ainda existem no Brasil!
    Infelizmente eu já perdi a fé nesse país.
    É tudo uma nojeira e a gente fica com cara de palhaço. Estão acabando com tudo…O que vai nos restar??

  6. Erasmo Barreto da Silva disse:

    Lendo e relendo esse artigo, só quero deixar uma pergunta ao jornalista e âncora do JN o senhor William Bonner: Como o senhor encara sua família e conversa com seus filhos, tendo tão pesada cruz nas suas costas?

  7. Perfeito, perfeito, perfeito, Lúcio! Vida longa à Agência Sportlight!
    E como perfeita ilustração do primeiro tópico do texto, não esqueçamos jamais dessa “nobre” capa da Revista O Globo com Cabral “Namoradinho do Rio” Filho, uma das coisas mais canalhas e serviçais do jornalismo brasileiro: https://http2.mlstatic.com/o-globo-sergio-cabral-tico-santa-cruz-dudu-bertholini-D_NQ_NP_14139-MLB88979940_3344-O.webp

    Um grande abraço!

  8. Fabio disse:

    Que texto fenomenal! E que tristeza imensa de ver o buraco em que nos metemos, cada vez mais…

  9. Luciano disse:

    Simplesmente sensacional.

  10. Trioni disse:

    Brilhante, como de costume.

  11. Irapoan disse:

    Diante de um texto com informações como essas, dá um sentimento de revolta e impotência difícil de descrever. O pior é a sensação de que lutar contra isso é impossível. Para cada texto assim surgem dezenas diariamente, em que os detalhes são omitidos e a verdadeira história é edulcorada.

  12. Isabela disse:

    A intelectual de forma alguma tratou o “Gleichschaltung” com desprezo. Pelo contrário, ela explicou o que seria para muitos judeus não “participar” do esquema: a execução. Ela coloca isso bem claro, eles não tinham​ escolha, ela os compreende, não os despreza.

  13. cristiane disse:

    Concordo banalização e aceitação das barbaridades do arbítrio em 1964 também foi assim houve muita censura da ditadura militar mas ,também houve muito colaboracionismo e até perseguição da imprensa contra a resistência fazendo manchetes pró ditadura. Aliás o termo “terrorista” foi usado primeiro pelo jornal “O Globo” e depois os militares aderiram chamando os adversários do regime de terroristas.

  14. Felipe Cavalcanti disse:

    Parabéns pela lucidez de sempre, Lúcio de Castro.

  15. ari disse:

    Há muito tempo afirmo que a imprensa é o grande problema do Brasil pela forma como aqui existe. Tente alguém passar 7 dias informando-se apenas pelo JN e pelo Jornal da Band: ao voltar ao mundo real terá a impressão de ter vivido em outro planeta. Na época da Dilma, dizia-se que o índice “x” caiu mas pode piorar. Hoje, afirma-se que o mesmo índice piorou mas deve melhorar no mês seguinte. Alguém já ouviu em algum desses canais alguma crítica ao Gilmar Mendes? Ao Moro? Ao Judiciário? O contraditório desapareceu. A notícia é dada, ouve-se um “especialista”, na maioria das vezes um ilustre desconhecido, entrevista-se alguém que concorda e pronto

  16. Luiz disse:

    Ah Lucio, TENS que ter um canal no iutube, como disseram colegas aí em cima.

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