Um passo a mais na direção da barbárie foi dado. Breves palavras sobre o ato de ontem no Rio de Janeiro

18 Resultados

  1. Fernando Ferreira disse:

    A bárbarie no Santos Dumont… Não sei se foi comentada anteriormente, confesso. Se na o foi, acredito que venha a ser.

  2. Marco Jardim disse:

    Lúcio compartilho minha indignação pelo ocorrido e muito bem relatado por você.
    Vi ao vivo pela TV e a polícia realmente passou por cima da manifestação pacífica, quando vinha atrás de uns poucos baderneiros. Não existia estratégia no ação da Polícia , apenas avançar. O mesmo que ocorre em incursões nas favelas , e que matam inocentes dando tiros em direção inclusive em escolas.

  3. Tadeu Magalhães disse:

    Sempre brilhante, Lúcio!
    Um grande fã e seguidor aqui a te acompanhar!!!
    Abração!!!

  4. João Vicente Nascimento Lins disse:

    Grande texto Lúcio. Você viu que a Folha colocou na reportagem sobre o jovem UE foi agredido e agora está entre a vida e a morte, de que não foi um “PM” que o agrediu, mas sim um homem vestido de “PM”?

  5. Waila disse:

    Obrigado Lucio!

  6. Professor disse:

    Lúcido vc é foda!! Se a ex imprensa não mostrou, vc discorreu de uma maneira tão grande, que até uma múmia paneleira entenderia o precedente desse “impedimento”…vc é demias

  7. walmir disse:

    Em frente Lucio!!

  8. Matheus SCHAEFER disse:

    Está na hora de reagirmos, Lucio. Não dá mais para ficarmos no papel de saco de pancada da direita raivosa e seus cães militares

  9. Augusto Pinheiro disse:

    Lúcio, o terrorismo de Estado está em pleno vigor. A população está acuada. Nas ruas, nas favelas, em sua próprias casas, as pessoas tem medo. Já temos um Edson Luiz a lamentar. O estudante Matheus Ferreira da Silva, ferido no rosto por um golpe bárbaro de cassetete por um PM, está sedado e respira por aparelhos no Hospital de Urgências de Goiânia. Não há condição de aceitarmos passivamente essa situação. Na próxima segunda feira, dia 1º de maio, vai haver um ato na Cinelândia, a partir das onze horas, como resposta a essa barbárie impetrada pelos governantes e sob as bênçãos da grande mídia. Estaremos lá para, mais uma vez, dizer um NÃO ao arbítrio.

  10. Franco disse:

    Parabéns Lúcio. Texto corajoso e corrente. Sou seu seguidor a partir de agora, que fui apresentado a seu jornalismo.

  11. Vinicius disse:

    Como alguém que estava lá, que viu em choque o que aconteceu, que sentiu sem ter vivido (tenho 32 anos) o horror de uma época passada, correndo a esmo sem ter por onde fugir, sem ter onde se abrigar, caçado, agradeço pelo texto e pelo exercício primoroso do papel que se deve esperar de qualquer jornalista. Compremos nossas máscaras de gás. Calar nunca.

  12. Marcia disse:

    Perfeito texto. Apenas um comentário importante. As bombas começaram muito antes desse ataque que vc relata na cinelandia. Eu estava na alerj por volta das 15h, reinava absoluta paz. Caminhávamos em direção a candelaria. Do nada começaram as bombas. Muitas bombas. Muitas crianças, muitos idosos, muita correria, muitas pessoas passando mal. Isso foi muito antes da cinelandia. Daí eles partiram para cinelandia atirando bombas do caveirão por todo o trajeto e não pararam mais.

  13. Rita Merlino disse:

    Excelente texto , Lúcio, como sempre !!!!! Gosto de ler seus escritos. “Me ajuda a olhar” !!!

  14. Carlos Roberto Augusto disse:

    Já estamos dentro dá barbárie !
    As ações contra manifestações dos trabalhadores, que lutam para não perder direitos, duramente conquistados.
    Já e a segunda etapa do golpe para quebrar a espinha dorsal do ” estado de bem estar social” que várias gerações tanto lutaram.
    Foi assim primeiro na Europa; depois Argentina, Brasil e agora Venezuela , também cercada.
    Os indignados de N.York tinham razão.
    Está crise começou lá.
    Os banqueiros querem tudo.
    Vejam o doc ” insid Job “.

  15. Denise P Cavalcanti disse:

    Completamente de acordo. Criaram o estado de exceção, aplaudiram a queda de um governo com mentiras que até os muros e asfalto de Braília sabiam. E, entramos na batbárie. Já estamos nela, mas esse é só o início.

  16. Cintia Martins disse:

    O texto sobre o ocorrido na Cinelândia esta perfeito. Gostaria apenas de contribuir com as informações. Eu estava na frente da Alerj e todos se manifestavam pacificamente, muitas crianças, mulheres grávidas, idosos. Enfim, famílias inteiras achando que temos o direito de protesto, ledo engano. Quando estavamos, já de costas para a Alerj, indo em direção a Cinelândia (um outro grupo ia primeiro para Candelaria e depois seguir para Cinelândia) fomos surpreendidos por bombas, tiros de borracha e a tropa de choque acompanhada pelo caveirão, motos e outras viaturas vindo em nossa direção com muita violência. Pessoas paravam passando mal e eram alvejadas com tiros de borracha quase a queima roupa e a perseguição continuou por várias ruas. Quando enfim eu e mais um grupo de amigos, todos professores, alcançamos a Cinelândia achamos que tinha acabado perseguição, pois os atos de resposta a tanta violência sofrida estavan longe da Cinelândia, porém mais uma vez estávamos enganados. Passados algunsmminutos de PAZ a tropa chegou e mais uma vez fomos pegos de costas covardemente e perseguidos, mas desta vez não só por ruas a perseguição violenta foi por bairros… Enfim, o que aconteceu na Cinelândia esta muito bem relatado pelo Lúcio. Só quis falar um pouco da minha experiência de ser “criminosa” por um dia, ou ainda pior, como próprio Lúcio bem falou, foi dado um passo importante rumo ao Estado de exceção e isso nao dura um dia. Muitas vezes duram anos.

  17. Marcelo Bernardes Almeida disse:

    Rio, Goiânia, Viana (MA)! Missão ou omissão de uma força militar, forjada sob os auspícios do cassetete, da bala de borracha, do gás lacrimogêneo. Incrível a falta de percepção de seus integrantes de sua função púbica, da ética do cidadão. Até quando a sociedade civil irá lidar de forma pacífica com o modelo de polícia militar? Quantas vezes em campos de futebol testemunhei militares truculentos agredindo torcedores! Chega. Espero testemunhar o surgimento de uma polícia humanista.

  18. Fernanda Mara Mendes Brandão disse:

    Estamos sendo torturados por um sistema sujo,tendencioso e corrupto. Não há a quem recorrer .Esperar o quê de uma polícia truculenta,despreparada ? Lucio relatou muito bem o episódio da Cinelândia. É a realidade !

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