Autor: Lúcio de Castro

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O juramento do jornalista

ão compareci a minha formatura na faculdade de jornalismo. Já tinha gasto o aluguel do terno pra colar grau em História anteriormente, e, afinal, o objetivo maior do canudo para não andar na caçapa do...

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Funcionário concorria contra a própria empresa em licitação da CBV

O “Relatório de Inteligência Financeira (RIF)-15458” do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) ilumina o caminho que o dinheiro percorria depois de deixar as fontes públicas (Banco do Brasil e Ministério do Esporte), passar pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e chegar até a S4G, empresa de Fábio Azevedo, braço direito de Ary Graça. E revela personagens com multifunções nessa teia. Como Jorge Roberto Miranda, da SMiranda Eventos e suas diferentes vidas, vividas ao mesmo tempo.

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Exclusivo: Dinheiro público entrava na CBV, ia até empresa de braço direito e era sacado em espécie ou “transferências sem justificativa”

O modus operandi por trás do caminho de dinheiro público recebido pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) na gestão de Ary Graça, patrocinada pelo Banco do Brasil e também beneficiária de milhões em convênios com o Ministério do Esporte. Como escoava depois de sair da CBV e ir para a S4G, empresa do braço direito do dirigente e para quem ia. É o que está no “Relatório de Inteligência Financeira” (RIF), feito pelo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão da Receita Federal. O Raio-X aponta para vultosos e seguidos saques em espécie, além de transferências para terceiros sem justificativa. Que eram empresas de parentes e pessoas ligadas a entidade. Entre outros “indícios de atipicidade nas transações”.

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Pare. Olhe. Clique no documento abaixo. Descubra quem fiscalizava a verba do Ministério para Coaracy!

Sabe quem fiscalizava convênio da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA)? Ary Graça, ex-presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e atual presidente da CBV. Cuja gestão foi protagonista da série de reportagens do “Dossiê Vôlei”, cujos fatos foram confirmados e ampliados pela Controladoria Geral da União (CGU).

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Jacob Barata: de Rei dos Ônibus no Rio a Imperador no reino de Nuzman

Jacob Barata, o “Rei dos Ônibus”, é também um monarca no reino olímpico de Carlos Arthur Nuzman. As digitais do conhecido e polêmico empresário e família estão em contratos de alto valor do Comitê Rio 2016 (CoRio). Três diferentes empresas do mesmo grupo foram utilizadas para assinatura de dez contratos ou adendos como fornecedores. Uma delas aberta dois meses antes da assinatura do contrato. Os objetos são bastante parecidos em alguns distintos acordos. Barata, número um dos negócios de transportes no Rio de Janeiro está citado na colaboração premiada de Jonas Lopes de Carvalho Júnior a qual a reportagem teve acesso e que deu origem a “Operação Quinto do Ouro”.

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Delação: Cabral pediu desconto ao TCE na propina paga por “amigo muito próximo”

Provavelmente é algo inédito no submundo do crime organizado. Depois de superar diversos recordes no mundo da corrupção, o ex-governador Sérgio Cabral, preso em Bangu 8, inaugurou outra modalidade até então desconhecida: pechinchou para que a propina paga por um membro do seu esquema tivesse um abatimento. Assim, o percentual que Marco Antônio de Luca, da empresa de alimentação Masan, pagava aos membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), caiu dos 15% relativos aos recebimentos dos contratos na área da atuação dela para 12%. A alegação para tal pedido foi definitiva quando Cabral afirmou “ter um amigo muito próximo que estaria no esquema da alimentação”.

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