Autor: Lúcio de Castro

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Troca de mensagens entre Diack e Nuzman comprovam participação de dirigente na compra de votos

Carlos Arthur Nuzman não foi um mero espectador das transações de suborno que definiram a escolha do Rio como sede dos Jogos de 2016. E-mails apreendidos na Operação Unfair Play no dia 5 de setembro são definitivos para comprovar a participação de Nuzman. Papa Massata Diack, que recebeu depósito de Arthur Soares para votar no Brasil, é categórico em um deles pedindo “ajuda para o processo final” ao presidente do COB em e-mail de 1/2/2010.

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Depois de 45 anos vivendo do esporte, Nuzman é preso com seu braço direito Leonardo Gryner

Uma era chega ao fim. Carlos Arthur Nuzman foi preso na manhã de hoje, na continuação da “Operação Unfair Play”. A agora chamada “Unfair Play Segundo Tempo” prendeu também o braço direito do mandatário do COB, Leonardo Gryner. Ambos em prisão temporária. E realiza uma ação de busca e apreensão na casa e no escritório de André Richer, vice-presidente do COB. O envolvimento dos dirigentes na compra dos votos que definiram o Rio como sede das Olipíadas de 2016 é a razão.

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Alto executivo do Comitê Rio-2016 e braço direito de Nuzman tem ONG que recebeu verba de patrocinador dos Jogos

Leonardo Gryner é o braço direito de Carlos Arthur Nuzman há mais de duas décadas. Diretor geral de operações do Rio-2016, além de diretor de comunicação e marketing do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). E sócio da mulher Adriana na Organização Não Governamental “Tem Quem Queira-TQQ”, com atividade, entre outras, de produção e promoção de eventos esportivos. A ONG do alto executivo do comitê foi beneficiada com verba de um dos patrocinadores dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

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