Categoria: Reportagem

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Dimas Toledo usou Furnas para “atender as necessidades de Aécio”, diz delação de Marcos Valério

Dimas Toledo tinha como função viabilizar recursos para “as necessidades de Aécio Neves”.
É o que está na delação premiada de Marcos Valério a qual a reportagem teve acesso e que aguarda homologação da Polícia Federal e tem anexos relativos a Aécio, FHC e Lula, entre outros.
Principal personagem do escândalo que ficou conhecido como o “Mensalão Mineiro”, o delator, preso desde 2013 em Sete Lagoas (MG) e condenado a 37,5 anos por peculato, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e pelo crime contra o sistema financeiro, aponta, no anexo 24, que o hoje senador Aécio Neves “usou os serviços” de Dimas para financiar a própria eleição a presidente da Câmara dos Deputados, usando recursos de fornecedores de Furnas.

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Seguindo o dinheiro: offshore de Dimas Toledo, apontado como operador de Aécio, tem entre os sócios instituição financeira com base no Rio

O caminho do dinheiro.
É o que pode estar desenhado através da relação dos sócios de Dimas Toledo na offshore Opala Work Invest aberta no Panamá, revelada ontem, em reportagem da Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo. As pegadas deixadas nos registros da junta comercial daquele país apontam como parceiro na empreitada uma instituição financeira suíça com um braço brasileiro. Uma trilha aberta que pode ter pegadas definitivas para o conhecimento de como alguns brasileiros botaram capital para fora do país.
Apontado como operador de Aécio Neves em delações da Lava Jato, o ex-diretor de Furnas abriu uma empresa no Panamá em 2015, já com a operação em pleno andamento pelo segundo ano. Ocupando o lugar de presidente da Opala Work Invest. Com dois sócios além da própria mulher, Maria Isabel Martins Toledo: a Gestion Holdings LTD, com endereço nas Ilhas Virgens Britânicas e a Optimus Family and Wealth Management AG, cujo endereço na junta panamenha é em Zurique, Suíça.

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Exclusivo: Apontado como operador de Aécio em Furnas, Dimas Toledo abriu offshore no Panamá com a Lava Jato já em andamento

Dimas Toledo abriu uma offshore no paraíso fiscal do Panamá em pleno curso da Lava Jato.

É o que mostram os documentos da Junta Comercial daquele país obtidos pela Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo. A Opala Work Invest foi aberta em 29 de janeiro de 2015, já no segundo ano da operação. Em uma atualização realizada na instituição panamenha dois meses depois, em 23 de março, Maria Isabel Martins Toledo, mulher de Dimas, aparece também como sócia. A empresa foi encerrada em 30 de novembro de 2016.

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DOSSIÊ RENCA (2): Documentos mostram ação de ministro a favor de mineradora estrangeira na Floresta do Jamanxim

Toronto (Canadá), 4 de março de 2017.
A milhares de quilômetros do Brasil, o futuro da Floresta Nacional de Jamanxin, Unidade de Conservação de Uso Sustentável (UCUS) que mais sofre desmatamento na Amazônia está sendo decidido em uma reunião.
De um lado, o CEO de uma gigante empresa mineradora transnacional e suas queixas e reivindicações.
Do outro, mas não necessariamente oposto, um ministro de estado do Brasil e uma explícita docilidade em acatar essas demandas.

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DOSSIÊ RENCA (1): Relatório que embasou MP de extinção foi feito por servidora nomeada poucos dias antes. Ministro anunciou primeiro para investidores estrangeiros

Um mês. Foi o tempo necessário para que uma servidora nomeada por representante da “Bancada da Mineração” para o Ministério das Minas e Energia (MME) no dia 25 de outubro de 2016 finalizasse um relatório técnico que embasou a decisão da extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (RENCA).

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Agência onde a filha de Nuzman trabalhou obteve R$ 12 milhões em contrato com o Comitê Rio-2016

Doze milhões em apenas um contrato. É o preço pago pelo Comitê Rio-2016 para a agência de marketing onde trabalhou a filha de Carlos Arthur Nuzman, presidente do órgão.

O acordo entre o comitê e a Rio 360 Comunicação, de José Victor Oliva (na foto acima com Carlos Arthur Nuzman), é de 14 de dezembro de 2015. Larissa Nuzman começou a trabalhar na empresa em novembro de 2014, de acordo com o que está nas redes sociais da Rio 360 e da própria gerente de novos negócios. Segundo a rede da própria Larissa, ela teria deixado o emprego em junho de 2015, seis meses antes da assinatura.

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Exclusivo: o “acordo gratuito” entre Nuzman, Eduardo Paes e uma empresa privada que valeu R$ 200 milhões e 23 contratos

Foi um negócio da China. Ou do Brasil. Mais ainda: do Brasil Olímpico, que reinventou e redimensionou todo e qualquer conceito de “negócio da China”. Para alguns.

No dia 11 de maio de 2016, Eduardo Paes entregou o Pavilhão 6 do Riocentro, palco do boxe nas Olimpíadas e do vôlei sentado na Paraolimpíadas. Com pompa. Ao lado de Carlos Arthur Nuzman e Arthur Repsold, sócio e mandatário da GL Events no Brasil. (na foto acima, Paes, Nuzman e o empresário no dia da entrega do pavilhão).

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Denúncia do MPF contra Nuzman dificulta eventual estratégia de defesa baseada em “corrupção privada”

Seria cômico não fosse trágico e retrato cruel de impunidade no andar de cima. Até aqui, todos os passos dos advogados de Carlos Arthur Nuzman anunciavam como linha de defesa a inimputabilidade dos fatos que pesam contra o cliente por caracterizarem “corrupção privada” e portanto não serem crime previsto na legislação brasileira. No entanto, a denúncia da Força Tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal-RJ (MPF-RJ) apresentada hoje, caso venha a prosperar e depois julgada procedente, tem dois pontos demolidores contra tal estratégia: o enquadramento do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê Rio-2016 (assim como Leonardo Gryner) na “condição de servidor público por equiparação” e ainda um outro aspecto salientado na peça de acusação: “a conduta de solicitar, aceitar promessa e receber vantagem indevida para outrem”.

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Denúncia do MPF revela o operador do esquema: Nuzman usou mesmo doleiro de Ricardo Teixeira para pagar Lamine Diack

Acabou o mistério. Nuzman usou o mesmo doleiro que Ricardo Teixeira usava para efetuar os pagamentos a Lamine Diack referentes as compras dos votos que garantiram o Rio como sede das Olimpíadas de 2016. É o que está na denúncia apresentada hoje pelo Ministério Público Federal contra Sérgio Cabral, Carlos Arthur Nuzman e Leonardo Gryner e ainda incluem Lamine Diack e Papa Diack.

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