Reportagens Destaque

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Adriano Imperador, Eduardo Galeano e uma imprensa que não olha o próprio rabo

No último dia 12 de setembro, o empresário português Nuno Vasconcellos foi condenado a um ano e quatro meses de detenção. Por um episódio de três anos antes, no dia 6 de fevereiro de 2014, de acordo com boletim de ocorrência no 11º Distrito Policial, Santo Amaro, zona sul de São Paulo.

De acordo com o registro, Nuno Vasconcellos deu pontapé na coxa direita da sua mulher, Daniela Rodrigues Moreira. Em seguida, um soco em seu rosto, fazendo com que ela batesse a cabeça na parede, causando uma lesão na testa. E depois outro soco, desta vez nas costas, caindo no chão. A condenação do empresário, milionário, branco, 53 anos e capaz de pagar os melhores advogados, é em regime aberto.

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Série de reportagens sobre uso de verba pública na Confederação de Basquete é premiada

Começou com pedido 99908000047201510 na Lei de Acesso à Informação (LAI) feito junto a Eletrobras. Era o ano de 2015.
“Solicito as prestações de contas e relatórios da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) enviados para a Eletrobrás dos anos de 2009 até 2013”.
Terminou (ou não) na noite de ontem, no palco do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a conquista do Prêmio Petrobras de Jornalismo.

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Evolução patrimonial de Nuzman na década entre Pan e Olimpíadas é paralela ao aumento dos convênios com dinheiro público

O ouro brasileiro deixou buracos no Brasil, templos em Portugal e fábricas na Inglaterra”. A clássica frase de Eduardo Galeano que melhor explica o período da mineração por aqui bem poderia ser adaptada para explicar a década do ouro dos grandes eventos olímpicos no país compreendida entre os Jogos Pan-Americanos (2007) e as Olimpíadas (2016).
Ficaria algo mais ou menos assim, lastreada pelas informações obtidas nas investigações do Ministério Público Federal-RJ:
“Os grandes eventos deixaram buracos no Brasil, dinheiro na conta de Carlos Arthur Nuzman e ouro num cofre suíço”.

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