{"id":1492,"date":"2017-12-22T05:00:09","date_gmt":"2017-12-22T07:00:09","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciasportlight.com.br\/?p=1492"},"modified":"2017-12-22T05:11:34","modified_gmt":"2017-12-22T07:11:34","slug":"futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/12\/22\/futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro\/","title":{"rendered":"&#8220;Futebol, do sonho \u00e0 realidade&#8221;. Uma revolu\u00e7\u00e3o pioneira no jornalismo investigativo esportivo brasileiro"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie3.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1495\" data-permalink=\"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/12\/22\/futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro\/serie3\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie3.jpg?fit=492%2C979&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"492,979\" data-comments-opened=\"1\" data-image-title=\"serie3\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie3.jpg?fit=492%2C979&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie3.jpg?resize=492%2C979\" alt=\"\" width=\"492\" height=\"979\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1495\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie3.jpg?w=492&amp;ssl=1 492w, https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie3.jpg?resize=151%2C300&amp;ssl=1 151w\" sizes=\"auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px\" \/><\/a><\/p>\n<p>[dropcap]O[\/dropcap]advogado John Milton foi apenas mais um brilhante papel na carreira de Al Pacino. <\/p>\n<p>E \u00e9 encarnando o pr\u00f3prio coisa ruim do t\u00edtulo de \u201cAdvogado do Diabo\u201d que solta a inesquec\u00edvel frase: \u201ca vaidade \u00e9, definitivamente, meu pecado predileto\u201d. <\/p>\n<p>Uma atua\u00e7\u00e3o impec\u00e1vel. N\u00e3o sei onde o protagonista fez o tal \u201claborat\u00f3rio\u201d, aquela fase onde o ator mergulha no universo do personagem. <\/p>\n<p>Se optou por um lugar onde grassa a vaidade, n\u00e3o teria d\u00favidas em arriscar: uma reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esp\u00e9cie de lugar insalubre, onde jogos de poder se materializam com muito mais avidez do que a procura por not\u00edcia. E o status de cada um se firma muito mais de acordo com a capacidade da rid\u00edcula palavra por aqui t\u00e3o amplamente adotada por hora como se portugu\u00eas fosse, o tal \u201cnetwork\u201d. Uma reda\u00e7\u00e3o seria um pronto e acabado espa\u00e7o para que Al Pacino sa\u00edsse apto para entrar em cena, j\u00e1 t\u00e3o perfeitamente transformado que at\u00e9 o cheiro de enxofre viria acoplado. <\/p>\n<p>M\u00e9rito para ele que poderia ter ido muito mais longe se preparando em uma reda\u00e7\u00e3o e ainda assim brilhou.<\/p>\n<p>\u00c9 numa reda\u00e7\u00e3o que voc\u00ea v\u00ea aquele menino que chegou ontem e fez duas reportagens deitar regrar sobre o of\u00edcio. Pontificar sobre as t\u00e1buas fundamentais do jornalismo cheirando a fraldas. <\/p>\n<p> [pullquote-left]S\u00e9rie teve seis reportagens com temas jamais abordados at\u00e9 ent\u00e3o[\/pullquote-left]<\/p>\n<p>Foi numa reda\u00e7\u00e3o que vi um dos monstros sagrados da profiss\u00e3o, e no caso realmente um monstro sagrado, fazer uma viagem de 20 dias e ao voltar constatar que o foca que tinha entrado h\u00e1 dois meses j\u00e1 questionava a qualidade do material do velho rep\u00f3rter.<\/p>\n<p>Foi numa reda\u00e7\u00e3o que um menino imberbe desses, tratados como \u201cmenino de ouro\u201d e que como tantos outros sumiu na poeira, falou em alto e bom som que n\u00e3o entendia a fama de um consagrado reportero. <\/p>\n<p>O drama s\u00f3 piora, agora tomadas em sua maioria por jovens pern\u00f3sticos que ainda n\u00e3o aprenderam a casar as palavras do lide mas mostram ao executivo grande capacidade pra fazer a tal planilha Excel, e assim ascendem na hierarquia. E v\u00e3o fazer o que \u00e9 m\u00fasica no ouvido dos superiores: cortar custos, cortar gente. O jornalismo, esse dinossauro, a quem importa? <\/p>\n<p>Nas tantas palestras que acabamos fazendo por a\u00ed pra turma que ainda insiste em fazer o tal jornalismo, tenho por agora dito: \u201cquer ter \u00eaxito na profiss\u00e3o? Devore as li\u00e7\u00f5es de como fazer a tal planilha Excel. Domine todos os segredos dela. Voc\u00ea ser\u00e1 o n\u00famero um, com certeza\u201d. <\/p>\n<p>\u00c9 nesse quadro dram\u00e1tico que acelera a cada dia a tal irrelev\u00e2ncia mundial a qual nosso jornalismo tem se transformado e que volta e meia falo por aqui, baseado em observa\u00e7\u00e3o mundo afora, que outra faceta surge ainda mais inacredit\u00e1vel. E pat\u00e9tica. <\/p>\n<p>\u00c9 quando se v\u00ea numa reda\u00e7\u00e3o algu\u00e9m achando que inventou a roda. E na certeza de que antes nada se fez. E que antes era algo muito prim\u00e1rio. <\/p>\n<p>Por isso \u00e9 imagino que deveria ser necess\u00e1rio uma cadeira universit\u00e1ria nos malfadados cursos de jornalismo sobre a hist\u00f3ria do mesmo, o que se fez, quem fez. As grandes lendas, os monstros&#8230;<\/p>\n<p>E os primeiros dias de est\u00e1gio em reda\u00e7\u00e3o deveriam ser na pesquisa. Para que tomasse um banho de imers\u00e3o sobre quem foram \u201cos linhas de frente de toda essa hist\u00f3ria\u201d, como no \u201cMoleque Atrevido\u201d de Jorge Arag\u00e3o. <\/p>\n<p>Saber que muita coisa espetacular foi feita. Em propor\u00e7\u00e3o muito maior do que a irrelev\u00e2ncia dos dias atuais. <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1497\" data-permalink=\"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/12\/22\/futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro\/serie\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie.jpg?fit=768%2C986&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"768,986\" data-comments-opened=\"1\" data-image-title=\"serie\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie.jpg?fit=768%2C986&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie.jpg?resize=768%2C986\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"986\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1497\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie.jpg?resize=234%2C300&amp;ssl=1 234w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Hoje, qualquer conversa do tipo das letras acima vira um embate entre o velho e o novo. Coisa dos nost\u00e1lgicos. No meu caso em particular, de um tempo at\u00e9 que nem vivi. Mas por isso mesmo aprendi que \u00e9 preciso beber na fonte, respeitar.<\/p>\n<p> Existem caminhos fascinantes nos dias de hoje, quem h\u00e1 de desconhecer? Milh\u00f5es de possibilidades. H\u00e1 tamb\u00e9m um rigor maior na maioria dos casos, que veio com o avan\u00e7o da pr\u00f3pria sociedade e das t\u00e9cnicas. Mas h\u00e1 no passado minas de ouro que devem ser t\u00e3o conhecidas como o futuro. <\/p>\n<p>Vou a uma delas. Pelo absoluto pioneirismo, pelo ineditismo, pela coragem em mergulhar no universo do futebol como nunca se tinha feito, pela imensa qualidade liter\u00e1ria, pela capacidade de enxergar que o futebol n\u00e3o era algo isolado e sim um fen\u00f4meno social em que estava refletida a sociedade e um tempo, \u00e9 preciso resgatar a pioneira.<\/p>\n<p>Creio n\u00e3o haver d\u00favida e depois de revirar arquivos e muito ouvir e conversar na velha guarda, poder afirmar: a primeira grande reportagem investigativa realizada numa editoria de esporte no Brasil. 1963.<\/p>\n<p>Por honestidade intelectual, e obviamente essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais do que necess\u00e1ria aqui embora sem alterar o fato hist\u00f3rico, \u00e9 preciso dizer o \u00f3bvio: que o sobrenome de um dos autores revela a \u00f3bvia liga\u00e7\u00e3o do Castro de um dos autores da reportagem com o escriba destas mui modestas linhas. <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie2.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1500\" data-permalink=\"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/12\/22\/futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro\/serie2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie2.jpg?fit=768%2C990&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"768,990\" data-comments-opened=\"1\" data-image-title=\"serie2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie2.jpg?fit=768%2C990&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie2.jpg?resize=768%2C990\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"990\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1500\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie2.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/serie2.jpg?resize=233%2C300&amp;ssl=1 233w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Pois foi de Marcos de Castro e D\u00e1cio de Almeida a primeira grande reportagem de investiga\u00e7\u00e3o de uma editoria de esporte na imprensa brasileira.<\/p>\n<p>\u201cFutebol, do Sonho \u00e0 Realidade\u201d \u00e9 um ato fundador da imprensa brasileira. <\/p>\n<p>Em pleno 1963. A imprensa do pa\u00eds ainda se acostumando a novas t\u00e9cnicas vindas com atraso j\u00e1 do jornalismo americano, o lide sendo incorporado nas reportagens e a respectiva hierarquiza\u00e7\u00e3o dos fatos na pir\u00e2mide invertida, os primeiros anos da revolu\u00e7\u00e3o da grande \u201creforma gr\u00e1fica\u201d do JB&#8230;E no meio dessa efervesc\u00eancia, uma revolu\u00e7\u00e3o vem em forma de uma s\u00e9rie de reportagem da editoria de esportes do JB. Era algo diferente de tudo o que tinha sido feito at\u00e9 ent\u00e3o. Algo inacreditavelmente revolucion\u00e1rio. E espetacular.<\/p>\n<p>Foram seis reportagens. De uma beleza gr\u00e1fica e qualidade de imagens dif\u00edceis de serem reproduzidas. Mas acima de tudo, apontando para apura\u00e7\u00e3o e mostra de temas at\u00e9 ent\u00e3o jamais apontados. Tabus. <\/p>\n<p>Estavam l\u00e1 nas seis reportagens da s\u00e9rie: o duro retrato da realidade do futebol brasileiro e os sal\u00e1rios muito longe do glamour. Um profundo quadro do que era essa realidade. Estava l\u00e1 um retrato do sistema e sua escraviza\u00e7\u00e3o dos jogadores, a infantiliza\u00e7\u00e3o dos homens, a sujeira de cartolas. Tinha o drama das aposentadorias, o dopping, at\u00e9 hoje tabu, e j\u00e1 firme em 1963. E a a\u00e7\u00e3o perniciosa de empres\u00e1rios, ali, inteira, pela primeira vez demonstrada. Com nomes, fatos. <\/p>\n<p>A reportagem ganhou o Pr\u00eamio Esso naquele ano. Ganhou o mundo. (Na foto do topo, Marcos de Castro recebe o Pr\u00eamio Esso. E na \u00faltima foto abaixo, festeja com os colegas na reda\u00e7\u00e3o do Jornal do Brasil. D\u00e1cio de Almeida n\u00e3o est\u00e1 nas fotos porque se encontrava em cobertura na Europa com a sele\u00e7\u00e3o brasileira. Os jornais noticiam que jornalistas do mundo inteiro envolvidos na cobertura comemoraram com ele a not\u00edcia do pr\u00eamio).<\/p>\n<p>Nas palavras de Jo\u00e3o M\u00e1ximo uma d\u00e9cada depois, no Correio da Manh\u00e3, era o surgimento da brilhante segunda gera\u00e7\u00e3o do jornalismo esportivo brasileiro. A primeira n\u00e3o fora menos brilhante. No entanto, com o olhar e h\u00e1bitos ainda mais ligados a cr\u00f4nica, como Nelson Rodrigues e o irm\u00e3o M\u00e1rio Filho. <\/p>\n<p>Esta segunda gera\u00e7\u00e3o foi a primeira voltada para tal tipo de reportagem. Algo que Jo\u00e3o M\u00e1ximo chamou de  \u201csemente da Semana de Arte Moderna do jornalismo esportivo brasileiro\u201d tamanha foi a revolu\u00e7\u00e3o. Depois viria a terceira gera\u00e7\u00e3o, capaz de aprofundar tais pr\u00e1ticas, como Jos\u00e9 Trajano, Marcio Guedes, Juca Kfouri, Alberto Helena e tantos outros.<\/p>\n<p>Quis o destino dramaticamente que o jornalismo perdesse muito mo\u00e7o ainda aquele que era, no depoimento de tantos colegas, um dos rep\u00f3rteres mais brilhantes de sua gera\u00e7\u00e3o, a alma do rep\u00f3rter furador encarnada em um homem. Brilhante rep\u00f3rter, homem maior ainda, valeu-se do bom relacionamento que tinha com a comiss\u00e3o t\u00e9cnica da sele\u00e7\u00e3o brasileira de 70 e seus militares para conseguir salvar colegas que padeciam na tortura, tarefa realizada tamb\u00e9m por Jo\u00e3o Saldanha. D\u00e1cio de Almeida, prematuramente morto antes de completar 50 anos. Suficiente para deixar o nome na hist\u00f3ria do jornalismo brasileiro. Com o parceiro, em &#8220;Futebol, do sonho \u00e0 realidade&#8221;, embora n\u00e3o soubessem, estavam fazendo uma revolu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/brinde.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1501\" data-permalink=\"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/12\/22\/futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro\/brinde\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/brinde.jpg?fit=768%2C892&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"768,892\" data-comments-opened=\"1\" data-image-title=\"brinde\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/brinde.jpg?fit=768%2C892&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/brinde.jpg?resize=768%2C892\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"892\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1501\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/brinde.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/brinde.jpg?resize=258%2C300&amp;ssl=1 258w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O advogado John Milton foi apenas mais um brilhante papel na carreira de Al Pacino. <\/p>\n<p>E \u00e9 encarnando o pr\u00f3prio coisa ruim do t\u00edtulo de \u201cAdvogado do Diabo\u201d que solta a inesquec\u00edvel frase: \u201ca vaidade \u00e9, definitivamente, meu pecado predileto\u201d. <\/p>\n<p>Uma atua\u00e7\u00e3o impec\u00e1vel. N\u00e3o sei onde o protagonista fez o tal \u201claborat\u00f3rio\u201d, aquela fase onde o ator mergulha no universo do personagem. <\/p>\n<p>Se optou por um lugar onde grassa a vaidade, n\u00e3o teria d\u00favidas em arriscar: uma reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/12\/22\/futebol-do-sonho-a-realidade-uma-revolucao-pioneira-no-jornalismo-investigativo-esportivo-brasileiro\/\">Leia mais -><\/a>.","protected":false},"author":1,"featured_media":1493,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"nf_dc_page":"","om_disable_all_campaigns":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-1492","post","type-post","status-publish","format-image","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao","post_format-post-format-image"],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p8bYvK-o4","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/agenciasportlight.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/esso.jpg?fit=768%2C775&ssl=1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1492","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1492"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1492\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2120,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1492\/revisions\/2120"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1493"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1492"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1492"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1492"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}