{"id":751,"date":"2017-04-28T05:55:47","date_gmt":"2017-04-28T08:55:47","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciasportlight.com.br\/?p=751"},"modified":"2018-03-01T02:31:41","modified_gmt":"2018-03-01T05:31:41","slug":"rascunho-sexta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/04\/28\/rascunho-sexta\/","title":{"rendered":"O juramento do jornalista"},"content":{"rendered":"<p>[dropcap]N[\/dropcap]\u00e3o compareci a minha formatura na faculdade de jornalismo. J\u00e1 tinha gasto o aluguel do terno pra colar grau em Hist\u00f3ria anteriormente, e, afinal, o objetivo maior do canudo para n\u00e3o andar na ca\u00e7apa do cambur\u00e3o em qualquer eventualidade j\u00e1 fora alcan\u00e7ado naquela ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os anos se passaram, a Hist\u00f3ria acabou valendo muito pelos grandes dias vividos no velho IFCS, dos bons debates, de grandes amigos que somem no mundo mas seguem com a gente (alguns at\u00e9 aqui nesta Ag\u00eancia Sportlight!) e das possibilidades que me deu em ampliar a bibliografia e a vis\u00e3o de mundo. Mas profissionalmente ficou por a\u00ed. Nas breves experi\u00eancias que tive como professor, acabava me encantando mais pela bagun\u00e7a da turma do fundo da sala do que com a pr\u00f3pria aula. N\u00e3o ia dar certo&#8230; E a festa de formatura antes relegada do jornalismo fez-se presente com for\u00e7a todos os dias que se seguiram.<\/p>\n<p>A chama at\u00e1vica insiste em bater a cada dia. S\u00f3 n\u00e3o posso ousar repetir Gabo (\u201cminha primeira e \u00fanica voca\u00e7\u00e3o \u00e9 o jornalismo\u201d) porque no fundo alimento que minha primeira e \u00fanica voca\u00e7\u00e3o \u00e9 ser vagabundo. Voca\u00e7\u00e3o para a qual me sinto extremamente capacitado e com talento. Mas, apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no bolso, sem parentes importantes, sem heran\u00e7a, filho de um tamb\u00e9m oper\u00e1rio da not\u00edcia e de uma mulher lutadora, nunca tive e nunca terei a possibilidade de exercer tal voca\u00e7\u00e3o pra vagabundo em plenitude. Portanto, nunca saberei se era mesmo minha maior voca\u00e7\u00e3o. Mas quando chegar a grande noite e ent\u00e3o me levarem com o manto em cima do caix\u00e3o, l\u00e1 de dentro estar\u00e1 algu\u00e9m desconfiando que tudo valeu a pena mas que poderia ter sido um grande vagabundo. E as coisas teriam sido melhores&#8230;<\/p>\n<p>Quanto mais nesse pa\u00eds de aposentadoria imposs\u00edvel, nesse pa\u00eds de uns golpistas salafr\u00e1rios que usaram um cunha para ent\u00e3o chegar no que queriam e verdadeiro objetivo final: em uma noite tiraram conquistas de d\u00e9cadas de toda a gente, e que ser\u00e3o bem remunerados pelas Fiesps da vida por isso. A parte que nos cabe neste latif\u00fandio \u00e9 mesmo suar at\u00e9 o \u00faltimo dia. Enquanto eles d\u00e3o risadas.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o podendo ser vagabundo, n\u00e3o podia ser mais feliz fazendo a segunda coisa que mais queria, descartada a primeira. Ser rep\u00f3rter. Para o citado Gabo, a mais bela das profiss\u00f5es. Injusto com tantas, mas mesmo pouco exato, que assim seja, uma mentira que faz bem pra alma. Um dia deixarei\u00a0 soarem as trombetas da vaidade e contarei o que ouvi de Gabo sobre a profiss\u00e3o, em um encontro dele com alguns jornalistas. Onde ele pedia s\u00f3 uma coisa previamente: \u201cQuero conversar, trocar ideias sobre a profiss\u00e3o, como um de voc\u00eas que sou\u201d. Ali, naquela resenha, n\u00e3o queria ser o Gabo que justamente mistificamos. E sim o que sempre reafirmava: jornalista at\u00e9 o fim.<\/p>\n<p>\u00c9 nessa certeza do amor por um of\u00edcio, do sagrado que nele deve existir, que volto a noite da formatura que n\u00e3o fui. Daquela noite carrego um vazio que agora tento pagar. Agora n\u00e3o, todos os dias. Podem achar cafona, infantiloide, chamem do que quiser. Mas me faz imensa falta, um buraco imenso, n\u00e3o ter subido na tribuna, olhado os meus l\u00e1 de cima, e, inverterado chor\u00e3o que sou, j\u00e1 em l\u00e1grimas, ter come\u00e7ado a dizer:<\/p>\n<p>\u201cJuro exercer a fun\u00e7\u00e3o de jornalista, assumir o compromisso com a verdade e a informa\u00e7\u00e3o. Atuar dentro dos princ\u00edpios universais de justi\u00e7a e democracia, garantir principalmente o direito do cidad\u00e3o \u00e0 informa\u00e7\u00e3o. Buscar o aprimoramento das rela\u00e7\u00f5es humanas e sociais, por meio da cr\u00edtica e an\u00e1lise da sociedade, visar a um futuro mais digno e mais justo para todos os cidad\u00e3os brasileiros. Assim eu juro\u201d.<\/p>\n<p>Quase um primo pobre do juramento de Hip\u00f3crates, que todo mundo, m\u00e9dico ou n\u00e3o, cita. Verdade que j\u00e1 um pouco passadinho, desatualizado, como Drauzio Varela gosta de zoar seus colegas formandos sobre o juramento dos m\u00e9dicos, atentando para o rid\u00edculo que o tempo fez de algumas coisas ali contidas. Assim mesmo, primo pobre, esquecido que \u00e9, me deixem com o juramento do jornalismo.<\/p>\n<p>Comparsa de f\u00e9, de luta, de mesas, de derrotas memor\u00e1veis e acima de tudo, da rua, Luiz Ant\u00f4nio Simas, costuma dizer que \u00e9 um homem de ritos. Da import\u00e2ncia dos ritos em nossas vidas. At\u00e9 nisso estamos irmanados. Abra\u00e7o meus ritos em todos os seus encantos, em todo transcender que me trazem.<\/p>\n<p>E por isso, s\u00f3 entendo meu of\u00edcio como uma renova\u00e7\u00e3o di\u00e1ria da promessa do seu juramento. Da promessa de que esteja sempre a \u201catuar dentro dos princ\u00edpios universais de justi\u00e7a e democracia, garantir principalmente o direito do cidad\u00e3o \u00e0 informa\u00e7\u00e3o\u201d, que deveria ser o mais b\u00e1sico dos preceitos, natural como beber \u00e1gua, mas que nesse Brasil de 2017 virou a mais desafiadora e quase imposs\u00edvel miss\u00e3o do jornalista. Da censura nossa de cada dia das reda\u00e7\u00f5es, que alguns preferem cinicamente fingir que n\u00e3o \u00e9 fato&#8230;De um jornalismo cada dia mais de c\u00f3coras. <a href=\"http:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/01\/24\/piovani-posso-te-contar-umas-coisas-que-vi-nas-redacoes\/\">Para n\u00e3o ser repetitivo, favor ler o que escrevi sobre no texto desta ag\u00eancia sobre Luana Piovani<\/a>.<\/p>\n<p>Assim eu juro. \u00c9 cafona, \u00e9 o que for, mas deveria martelar cora\u00e7\u00f5es e mentes em nossas oficinas periodisticas todos os dias.<\/p>\n<p>Porque n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel algu\u00e9m estar confort\u00e1vel tendo feito esse juramento fazendo o que anda rolando por a\u00ed.<\/p>\n<p>[pullquote-left]Nunca imaginei que no pa\u00eds que sonhei e imaginei com tanto amor, iria ver um rolo compressor de reportagens sobre reformas trabalhistas que sequer tinham mais o pudor de ouvir os dois lados[\/pullquote-left]<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m pode achar normal que os mais b\u00e1sicos preceitos tenham sido esquecidos. Com esc\u00e1rnio, com desd\u00e9m. Servi\u00e7almente. Falam muito das ditaduras, da liberdade de express\u00e3o. Com toda raz\u00e3o. Esse \u00e9 um ponto acima de direitas e esquerdas, tem que ser. Mas \u00e9 digno de muito mais repulsa ainda o servi\u00e7al que se presta a achar normal o que estamos vendo. Nunca imaginei que no pa\u00eds que sonhei e imaginei com tanto amor, iria ver um rolo compressor de reportagens sobre reformas trabalhistas que sequer tinham mais o pudor de ouvir os dois lados. Nem ao menos fazer como antes, editando para \u201censanduichar\u201d (aprendi o termo no cora\u00e7\u00e3o do monstro, sobre a t\u00e9cnica que finge dar os dois lados e edita privilegiando um deles). Pois nem assim mais fazem. Perdeu-se o pudor nesse Brasil de 2017.<\/p>\n<p>Como disse esses dias um amigo estupefato com o que via de dentro de uma oficina dessas, num desabafo sofrido: \u201cAcabou. N\u00e3o tem nem mais essa de ouvir dois lados. \u00c9 no rodo mesmo\u201d.<\/p>\n<p>Gostar e amar tanto um of\u00edcio \u00e9 sofrer todos os dias ao ver o que est\u00e3o fazendo dele. Meu Deus, como imaginar que ia ver isso no Brasil de 2017&#8230;<\/p>\n<p>Onde foi parar o nosso juramento, aquela parte do \u201cbuscar o aprimoramento das rela\u00e7\u00f5es humanas e sociais, por meio da cr\u00edtica e an\u00e1lise da sociedade, visar a um futuro mais digno e mais justo para todos os cidad\u00e3os brasileiros\u201d quando tiveram a ousadia suprema de propor que uma mulher (GR\u00c1VIDA!) possa trabalhar em condi\u00e7\u00f5es insalubres e o jornalismo n\u00e3o gritou? A hist\u00f3ria vai cobrar. Que o almofadinha daquela bancada suja que faz jogral na noite da minha casa todos os dias saiba que um dia seu filho estar\u00e1 em um arquivo e o coleguinha dele vai mostrar onde estava o pai dele quando tudo isso aconteceu. A hist\u00f3ria n\u00e3o tem pressa. N\u00e3o seja assim t\u00e3o despreocupado com os arquivos. Voc\u00ea que foi c\u00famplice quando tudo isso aconteceu, por que n\u00e3o pensou no nosso juramento?<\/p>\n<p>A culatra desse tiro \u00e9 grande, caros, cuidado. N\u00e3o podem achar que um monte de bandido de um congresso corrupto vai votar para que sua filha possa trabalhar gr\u00e1vida em condi\u00e7\u00f5es insalubres, que seu filho teve a hora de almo\u00e7o reduzida, que vale o que o patr\u00e3o determinar sobre a lei, e o sujeito vai achar leg\u00edtimo que Cunhas fa\u00e7am isso e ele siga esperando a morte. E que o bicho n\u00e3o vai pegar mais do que j\u00e1 est\u00e1 pegando nas ruas. J\u00e1 fugiu ao controle. A barb\u00e1rie bate a sua porta.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel se achar que a aberra\u00e7\u00e3o das aberra\u00e7\u00f5es seja normal. Aqui n\u00e3o discutimos nem a reforma. Mas como achar normal que isso seja implementado por um governo que n\u00e3o foi eleito? Para promover tais reformas, \u00e9 preciso antes de qualquer coisa, botar isso em debate, submeter ao povo. Se ele disser sim a esse projeto de governo, ok. Mas sem voto n\u00e3o pode. E n\u00e3o questionar isso \u00e9 inacredit\u00e1vel para uma imprensa que se pretende livre. Antes de saber se \u00e9 boa ou ruim uma reforma, ela deve ser submetida as urnas. Ponto.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que algu\u00e9m ache normal ter um presidente da rep\u00fablica part\u00edcipe de uma reuni\u00e3o de 40 milh\u00f5es de reais de propina e isso estar esquecido no notici\u00e1rio. Estamos falando do presidente em atividade. Nunca mais sequer se falou disso. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, n\u00e3o rasguem nosso juramento.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que no momento em que o presidente da rep\u00fablica esteja sendo acusado de participar de tal reuni\u00e3o, que ele mesmo confirme a presen\u00e7a, a manchete de um dos principais jornais do pa\u00eds seja esse mesmo presidente falando: \u201cN\u00e3o ser\u00e1 a corrup\u00e7\u00e3o que poder\u00e1 parar esse pa\u00eds\u201d. E que na reportagem n\u00e3o exista o menor questionamento. Estamos falando do presidente em exerc\u00edcio, portanto, obrigatoriamente deve ser o caso mais visado de qualquer lista. Dei dez pulos na cadeira ao ver que o protagonista do caso de 40 milh\u00f5es de propina era a manchete a vociferar contra a corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nem queria a digress\u00e3o, porque se algu\u00e9m conhece minimamente os passos de quem escreve, sabe que os \u00faltimos anos todos dessa modesta carreira foram falando de descalabros das gest\u00f5es que estavam no poder recentemente. V\u00f4lei, basquete, jud\u00f4, todas essas reportagens falavam de descalabro com coniv\u00eancia e participa\u00e7\u00e3o de estatais dos \u00faltimos governos. Mas tem uma turma que s\u00f3 desenhando mesmo, ent\u00e3o que seja, desenhemos.<\/p>\n<p>N\u00e3o se est\u00e1 falando aqui que esse bandido \u00e9 bom e o outro n\u00e3o. Escrevi outro dia que era uma aberra\u00e7\u00e3o que os jornais s\u00f3 falassem em uma pessoa depois do in\u00edcio das dela\u00e7\u00f5es e a turma que precisa de desenho saiu com as pedras de sempre. N\u00e3o discutia s\u00f3 a pol\u00edtica. Estou falando da minha profiss\u00e3o. E nela, o scout n\u00e3o pode ser assim desequilibrado, seletivo. Dane-se o Lula ou quem quer que seja. Que se mostrem todas as mazelas dele. Mas as dos outros tamb\u00e9m. O que estamos vendo \u00e9 uma aberra\u00e7\u00e3o. Se o jornalismo s\u00f3 fala de um, \u00e9 uma aberra\u00e7\u00e3o e ponto.<\/p>\n<p>Talvez s\u00f3 escrevendo em caixa-alta: temos um presidente em atividade que se reuniu pra discutir o documento do golpe em sua superior hier\u00e1rquica. Temos um mandat\u00e1rio no poder que estava em reuni\u00e3o pedindo 40 mangos de propina. E isso sumiu do notici\u00e1rio. Estamos falando aqui de jornalismo, cobertura da imprensa, meus caros, n\u00e3o de ideologias, etc, como gostam de dizer. Aten\u00e7\u00e3o. E se ainda assim, voc\u00ea achar que a cobertura \u00e9 igual, realmente n\u00e3o h\u00e1 nada a acrescentar mais.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m em s\u00e3 consci\u00eancia e em dia com seu juramento pode achar que discutir 10 dias sobre uma ex que \u201csabia\u201d \u00e9 mais jornal\u00edstico do que um atual que roubou.<\/p>\n<p>Tudo \u00e9 muito grave.<\/p>\n<p>A vingan\u00e7a vir\u00e1 dos arquivos. Da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Alguma vingan\u00e7a j\u00e1 come\u00e7a. A vida tem me dado o enorme privil\u00e9gio e honra de participar de congressos, palestras e semin\u00e1rios de jornalismo mundo afora. E posso afirmar sem qualquer risco de erro: tragicamente, nosso jornalismo virou uma irrelev\u00e2ncia mundial. Representatividade zero. N\u00e3o estou falando aqui de t\u00e9cnicas modernas de tecnologia, designers hightechs, transmiss\u00f5es, etc. Somos muito bons nisso. Estou falando de jornalismo. Reportagem. A cada semin\u00e1rio, palestra ou congresso por esse mundo afora, a pergunta \u00e9 sempre a mesma: \u201cque passa com o jornalismo brasileiro? Onde est\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de reportagens, investiga\u00e7\u00f5es relevantes\u201d? N\u00e3o sem motivo, a participa\u00e7\u00e3o de jornalistas de El Salvador, Costa Rica, etc, para n\u00e3o falar em pa\u00edses maiores, \u00e9 muito maior do que a de brasileiros. Tirando as muito, muito honrosas exce\u00e7\u00f5es de sempre, ou tirando os congressos ou pr\u00eamios que s\u00e3o que nem festa junina, aqueles onde se paga pra ser convidado ou premiado, nos grandes e relevantes, a verdade \u00e9 essa: nosso jornalismo virou uma rid\u00edcula irrelev\u00e2ncia mundial.<\/p>\n<p>Pois se nem na maior opera\u00e7\u00e3o de corrup\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria o jornalismo brasileiro conseguiu produzir uma investiga\u00e7\u00e3o sequer, ficando ref\u00e9m dos vazamentos, como ser\u00e1 o resto?<\/p>\n<p>E assim, nessa nega\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do que juramos l\u00e1 atr\u00e1s, nessa promiscuidade nossa de cada dia, nesse acocoramento para os senhores que nos passaram goela abaixo uma lei onde poder\u00e1 uma mulher gr\u00e1vida trabalhar em condi\u00e7\u00f5es insalubres, nos perdemos no caminho. Viramos, o jornalismo brasileiro, essa irrelev\u00e2ncia absoluta. Dolorosamente irrelevantes. Dolorosamente c\u00famplices. Dolorosamente med\u00edocres. Dolorosamente cumpridores de um roteiro que renega a ess\u00eancia de um of\u00edcio, com toda dor, del\u00edcia e inquietude que est\u00e1 em seu juramento. A hist\u00f3ria ir\u00e1 cobrar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o compareci a minha formatura na faculdade de jornalismo. J\u00e1 tinha gasto o aluguel do terno pra colar grau em Hist\u00f3ria anteriormente, e, afinal, o objetivo maior do canudo para n\u00e3o andar na ca\u00e7apa do cambur\u00e3o em qualquer eventualidade j\u00e1 fora alcan\u00e7ado naquela ocasi\u00e3o.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/2017\/04\/28\/rascunho-sexta\/\">Leia mais -><\/a>.","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"nf_dc_page":"","om_disable_all_campaigns":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-751","post","type-post","status-publish","format-image","hentry","category-opiniao","post_format-post-format-image"],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p8bYvK-c7","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/751","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=751"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/751\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2437,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/751\/revisions\/2437"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agenciasportlight.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}