Um crime deve ser desfeito: um plebiscito já para derrubar o new Maracanã

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18 Resultados

  1. Vagner disse:

    Por favor, leia:
    http://www.confluencias.uff.br/index.php/confluencias/article/download/237/83
    Também apareço no Geraldinos, nariz de palhaço, mas sou ainda mais silencioso que você. Vou compartilhar seu texto, mas a ideia da reconstrução do Maracanã às custas deles é genial. É necessário realmente pensar a estratégia de divulgação disso para não morrer, como morreu minha ação no judiciário (e olha que ela era por causa da obra do Pan, que matou a geral…a da Copa matou o Maracanã todo).

  2. Leonardo Fernandes disse:

    Realmente um crime. Hoje o Maracanã está abandonado. Nem luz tem mais.
    E impressiona, de fato, o silêncio da mídia. Especialmente a carioca.

  3. Patrícia disse:

    A ideia é realmente muito boa, mas fico pensando se não vão arrumar algum jeito de meter a mão nessa obra de reconstrução. Desculpe, mas ando sem esperanças de melhoras.

  4. Gustavo Queiroz disse:

    Lúcio, deixo aqui o link do “Dossiê Maracanã” que você fez com a Gabi Moreira em 2013.
    http://espn.uol.com.br/noticia/330860_dossie-maracana-superintendente-do-iphan-que-autorizou-bota-abaixo-do-maracana-e-funcionario-do-governo-do-estado

    Acho que é uma boa você pôr no seu texto para mostrar às pessoas que não acompanharam em 2013.
    Abraço

  5. Borges disse:

    Diante da barbárie, felizmente uma constataçâo : ainda há homens lúcidos e comprometidos com a causa no jornalismo brsileiro!

  6. Eto Serra disse:

    Quem já foi, levado pelo pai, e entrou naquele corredor, e de repente começa a ver a grama verdinha e a torcida adversária do outro lado, e depois a sua torcida e uma multidão de gente , sabe a importância desse texto.
    Quem foi pego no colo, pelo pai, pra ver o Junior cobrar falta em 92, sabe a importância desse texto.

    Sou a favor da ideia: derrubem esse Maracanã e reconstruam o verdadeiro.

  7. Leo silva disse:

    Meu voto num suposto plebiscito seria contra derrubar o atual.

  8. Rogério Magalhães disse:

    Desde moleque aqui do outro lado da Dutra eu sempre dizia: “assim como, para um muçulmano, é preciso ir a Meca ao menos uma vez na vida, para quem ama futebol é preciso ir ao Maracanã uma vez na vida”.

    Por contingências, perdi a melhor oportunidade de estrear no Maracanã no Brasileiro de 1998, naquela épica vitória por 3×2 da minha Portuguesa (outra vilipendiada por facínoras) sobre o Flamengo, o célebre jogo da devolução do dinheiro do ingresso pelo Kleber Leite. Minha estréia lá foi só 10 anos depois, vendo a minha Lusa numa derrota pro Fluminense (de más lembranças) no Brasileirão. Era já o “Maracanã do Pan”, que também já era – e acho que ainda é – uma tremenda caixa-preta, relegada ao mais completo esquecimento, sobretudo por todo o crime que você bem relata no New Maracanã.

    Voltei ao Maracanã 5 anos depois, na Copa das Confederações, já no tal “New Maracanã”. No Espanha 10×0 Taiti querido já havia estranhado demais ao não reconhecer direito de onde estava o local de visitantes no qual estive em 2008 (ali onde era a geral, onde mesmo com cadeiras assisti ao jogo em pé e saí correndo pelo corredor da beira da mureta comemorando nosso gol). Algo não condizia. Na final Brasil 3×0 Espanha, veio o melhor entendimento dessa sensação estranha quando outro amigo de jornadas lusitanas, que já tinha visto nossa Lusa no Maraca original e do Pan, ao entrar no New Maracanã, logo me disse exatamente o mesmo termo que você usou: “porra, tá parecendo um mega ginásio, mega Ibirapuera”. Talvez agora, nesse mega ginásio do Maracanazão, calhasse melhor o mítico jogo de vôlei Brasil x URSS loucamente promovido pelo saudoso Bolacha Luciano do Valle. Com os bobos amarelos e seus tacapes infláveis patrocinados por certo banco estatal amarelo, aquele mesmo envolvido na trama bem delineada por ti no Dossiê Vôlei.

    Desculpe-me por essas longas reminiscências da minha parca relação com o Maracanã, mas é forma de sustentar meu apreço por sua idéia de reconstrução/reparação do estádio original. Quem sabe preencheria a minha lacuna de não ter ido no templo original, mas só nas versões gestadas por engravatados que nunca botaram pés e bundas no cimento de uma boa arquibancada. Seria ótima punição a quem cometeu esse crime. Porém, infelizmente deve ficar só na quimera, uma vez que ninguém faturaria algum e, neste país de canalhas que o Brasil (e o brasileiro) cada vez mais se assume que é, as coisas só andam quando rende algum para os apaniguados do rei de plantão. Como diz um amigo, “tire-me tudo, menos a minha ilusão”. Pena que o Brasil e o brasileiro atual já calcinaram qualquer ilusão.

    Mas mesmo assim, saiba que tens meu apoio que de nada vale a não ser o moral. Abraços e parabéns pelo artigo.

  9. Matheus Morato disse:

    O que vemos na destruição do Maracanã, nada mais é do que o curso natural do Liberalismo econômico na sociedade. Após se apossar das coisas que têm relação direta com o mercado financeiro ele invade as festas populares e os espaços de cultura e lazer, dando a eles mero sentido mercadológico. O texto guarda em si uma crença nas instituições e no voto do povo para “reformar” algo que está sustentado por algo muito maior que é o sistema político/econômico em que estamos abarcados.
    Sem contar que o povo brasileiro comprou fortemente a ideia dos estádios modernizados (arenas) e incorporou um fetiche pelo conforto proporcionado por elas.

  10. Lúcio, Maraca é fonte de riqueza e desvio das oligarquias aristocráticas dos nobres usurpadores cariocas. Foi reformado total ou parcialmente, em cima de tragédias ou eventos “especiais” em 89/92/93/98/99/00/05/06/07/10/11/12/13/16

    Alguém deveria fazer uma reportagem recapitulando todas essas reformas e quanto foi gasto em 27 anos. Mas sei que o Maracanã ficou fechado em torno de 11 a 12 anos nesse período.

    Por essas e outras, hoje, mesmo apaixonado pelo Maracanã aonde fui mais de 300x (tenho 36 anos), reconheço que o Flamengo não pode continuar refém e trem-pagador de tanto crime lesa-pátria e oportunismo de ricaços mal-aventurados. É hora do Flamengo abandonar o estádio e partir para sua casa própria, um estádio pra 50 mil pessoas onde for possível, mas que seja próximo de metrô/trem e com espaço suficiente.

    Um abraço!

  11. Maria Auxiliadora de Abreu disse:

    Parabéns Lúcio de Castro.A destruição de nosso patrimônio, em todos os lugares, é ato de bárbaros.

  12. Joaquim disse:

    Sérgio Cabral no RJ, mas não esqueçamos de seus parceiros de Brasília.
    Lei Geral da Copa aprovada, com grande apoio do governo federal e do congresso da época.
    Todo poder à FIFA e à Odebrecht.

  13. É com dor no coração que penso que o Maracanã chegou a seu fim. Triste vê-lo definhando dessa forma. Também vejo a demolição como única saída mesmo. A idéia de refazer seu desenho original é ótima mas vivemos num país muito diferente do que era em 1950, os clubes vivem outro momento, o Rio e a sociedade vivem outro momento. Fora que uma nova obra de grandes proporções é um prato cheio para novas licitações e políticos golpistas se aproveitando da letargia e da conivência de grande parte da imprensa.
    Enfim, é duro falar isso mas deveriam transformar a área que é o Maracanã numa grande área social esportiva. Com campos, quadras, professores e foco na população da área onde eles possam praticar algum esporte. Um espaço popular, é claro. Logicamente deve haver um memorial para que não se esqueça que ali existiu o maior templo do futebol mundial.
    Logicamente isso não acontecerá. Mas o templo já foi profanado e não vejo um futuro brilhante para ele.

  14. Cesar disse:

    Lindo sonho!

  15. Eduardo disse:

    Meus parabéns Lúcio, pelo belo trabalho e pelo ótimo profissional que você é. SRN

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